Jonatas Aragão fala sobre livro, inspirações e projetos

Com apenas 24 anos, o jovem mostra uma trajetória de superação, desafios e vitórias

Jonatas Aragão veio da Bahia para São Paulo com 17 anos, em busca de novas oportunidades. De infância humilde e sobrevivendo com trabalhos temporários, começou a escrever inspirado em sua vida e nas coisas que vivenciou em sua infância. Em 2019, escreveu seu livro e procurou editoras para publicá-lo, mas recebeu diversas respostas negativas. Então, decidiu guardar sua história.

Em 2023, com a ajuda de amigos e familiares, conseguiu publicar Max Oliver: O Protetor da Galáxia e continuar escrevendo, dando origem ao projeto que se tornaria o ponto de virada em sua vida. Max Oliver não é apenas uma saga, mas a realização de sonhos, luta e esforço de alguém que sempre teve esperança de que um dia conseguiria realizá-los.

Confira agora uma entrevista exclusiva com Jonatas onde ele fala sobre sua vida, seu trabalho e muito mais:

Cartaze: A saga Max Oliver nasceu em um momento muito delicado da sua vida. Como você enxerga essa ligação com a jornada do personagem?

Jonatas: De certa forma, Max Oliver se tornou um reflexo do que eu estava vivendo naquele período. Assim como ele, eu também enfrentava incertezas, medos e a sensação de estar em uma batalha maior do que eu mesmo. Escrever a saga foi uma forma de transformar a dor em criação, de dar sentido a um momento turbulento. Max representa a força de se reerguer quando tudo parece perdido.

Cartaze: Quais autores ou obras literárias te influenciaram mais? Tanto no estilo de escrita quanto na forma de construir universos e personagens?

Jonatas: Eu sempre fui muito influenciado por autores que criam universos vastos e complexos. Entre eles, destaco J.R.R. Tolkien, pela forma de estruturar mundos inteiros com culturas e mitologias próprias; C.S. Lewis, pela profundidade espiritual e simbólica em suas histórias; e também obras mais contemporâneas de fantasia e ficção científica, que me ajudaram a entender como unir aventura, emoção e reflexão em uma narrativa.

Cartaze: Entre todos os personagens de Max Oliver, qual é o seu favorito e por quê? Existe algum que representa mais você ou algum momento da sua vida?

Jonatas: Além do próprio Max, eu tenho um carinho especial por personagens secundários que representam forças de apoio e amizade. Um deles é inspirado em alguém muito próximo de mim na vida real, alguém que sempre me lembrou do valor da esperança. Mas é inegável que Max é aquele que mais carrega pedaços meus, principalmente em seus conflitos internos e em sua busca por encontrar seu verdadeiro propósito.

Fonte: divulgação/Editora Viseu/LC Agência

Cartaze: O personagem Max Oliver foi inspirado em um amigo de infância. O que mais desse amigo ou de outras pessoas reais acabou te influenciando a criar a personalidade do protagonista?

Jonatas: Esse amigo tinha uma força de espírito muito grande, mesmo quando era apenas uma criança. Ele tinha a capacidade de enxergar esperança em situações que pareciam impossíveis. Essa característica me marcou profundamente e acabou se tornando parte essencial da personalidade de Max Oliver. Além disso, algumas atitudes e frases de pessoas próximas a mim foram entrando naturalmente na composição do personagem.

Cartaze: Se você recebesse um megatriz como no seu livro, qual seria o poder que escolheria e como usaria esse poder no mundo real?

Jonatas: Eu escolheria o poder de curar. Não apenas doenças físicas, mas também feridas emocionais e espirituais. Acho que o mundo precisa muito disso. Muitas vezes, as batalhas mais difíceis não estão no corpo, mas na mente e no coração. Se eu tivesse esse poder, usaria para restaurar pessoas que perderam a esperança e ajudá-las a acreditar novamente em seus sonhos.

Cartaze: Qual mensagem você mais espera que o leitor leve consigo depois de fechar o livro?

Jonatas: Espero que o leitor entenda que todos nós temos uma força interior maior do que imaginamos. Que, por mais que a vida traga desafios aparentemente impossíveis, sempre existe uma chama dentro de nós capaz de iluminar até os momentos mais escuros. A jornada de Max Oliver não é apenas sobre batalhas épicas, mas sobre acreditar em si mesmo e nunca desistir.

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