Resenha | Anônimo 2: Risadas, família e uma boa dose de ação

Bob Odenkirk volta com força total para o segundo filme, com mais raiva e também pronto pra defender a família, sendo um John Wick humanizado.

Quando assistimos a um filme, queremos sentir a mensagem que ele nos traz: seja rir, chorar ou até mesmo vibrar na cadeira do cinema. Durante a cabine de imprensa de Anônimo 2, muito se especulou se ele manteria a qualidade do primeiro filme, lançado em 2021. A resposta é SIM.

Sinopse

No segundo filme, vemos Hutch Mansell (Bob Odenkirk) agora exausto devido a dezenas de trabalhos seguidos. Ele decide tirar férias com sua família, mas os membros estão descontentes e afastados do pai, como sua esposa Becca (Connie Nielsen) e os filhos Brady (Gage Munroe) e Sammy (Paisley Cadorath). Hutch resolve levar também seu pai, David (Christopher Lloyd). Eles decidem viajar para a cidade onde Hutch viveu quando criança. Porém, o local que antes era calmo e tranquilo agora está dominado por uma gangster cruel, que não vai gostar nada da presença dele e de sua família se intrometendo em seus negócios.

Timo Tjahjanto brilha na direção do filme, trazendo lutas belas e bem executadas, imprimindo sua marca já conhecida de produções como Killers, Headshot e o mais recente Através das Sombras. O diretor consegue transmitir a emoção de uma boa luta, mas nenhuma delas acontece sem motivo: todas têm uma mensagem por trás — seja defender a família, proteger quem se ama ou até mesmo encerrar um ciclo. A cena mais memorável de ação é o confronto no parque, onde fica claro que Hutch não é indestrutível e precisará de todo apoio e planejamento para enfrentar um inimigo mais forte do que ele.

A violência é um inimigo muitas vezes mental na vida do protagonista, impactando diversas áreas: a relação conturbada e marcada pela ausência com sua esposa, além da dificuldade em se comunicar com seu filho Brady. Ele permite que esse sentimento de raiva e violência se sobreponha a outros, mas, ao longo do filme, ocorre a verdadeira virada — quando esse peso começa a ser substituído por algo diferente.

Divulgação/Universal Pictures

A família é o tema predominante do longa: desde as relações de Hutch quando criança com seu pai e irmão, até sua vida adulta com esposa e filhos. Ele mostra que deseja ser um pai melhor do que teve, mesmo não se sentindo capaz. Para sua sorte, conta com uma esposa como Becca ao seu lado. O tema familiar ganha força justamente nela: determinada e resiliente, Becca se sacrifica em diversos momentos pelo bem da família, mas sem perder sua calma e paciência — qualidades que a diferenciam de Hutch e reforçam sua força como personagem.

A comédia surge em conversas e situações que quebram o ritmo intenso da ação e do drama, deixando o filme mais leve e agradável. Vale destacar David (Christopher Lloyd), o avô das crianças, que rouba a cena em todas as suas aparições, garantindo risadas e momentos icônicos que fazem o espectador relaxar na poltrona e curtir o filme.

Divulgação/Universal Pictures

Conclusão

Para finalizar, Anônimo 2 entrega um “John Wick humanizado”, alguém que tem algo real a proteger. Com momentos épicos e outros divertidos, o filme cumpre o que promete: envolver o espectador na história de um homem e pai que só queria férias em família. Se você procura um filme de ação para assistir no fim de semana, Anônimo 2 é a escolha certa!

Gostou? Então compartilha e já aproveita pra seguir a gente no InstaTikTok e X — tem muito mais por lá!

Compartilhe:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Siga-nos no Instagram

Posts Recentes

Tags

Edit Template

© 2025 – Todos os direitos reservados.